O Espírito Santo enfrentava um dos maiores desafios de sua história recente no controle da dengue. Em meio a uma epidemia que afetava todos os municípios, o governo do estado buscou uma solução tecnológica capaz de oferecer respostas rápidas e precisas. Foi nesse cenário que o M.I.Aedes, sistema de monitoramento integrado da Ecovec, passou a operar em todo o estado, transformando a forma como a vigilância e o combate ao Aedes aegypti eram conduzidos.
O cenário da dengue no estado do Espírito Santo
Em 2016, o Espírito Santo vivia uma epidemia de grandes proporções. Os números do primeiro mês do ano já acenderam um alerta nas autoridades, com quase 9 mil casos de dengue registrados. Segundo dados da Secretaria de Saúde do ES, mais de 50 mil casos de dengue foram reportados entre janeiro e agosto, com 22 notificações de óbitos confirmados e uma taxa de incidência superior a 1.200 casos por 100 mil habitantes. Todos os 78 municípios do estado apresentavam notificações, e o número de casos crescia semana a semana.
A situação epidemiológica pressionava o sistema de saúde e exigia respostas imediatas. Em novembro, 10 municípios estavam em situação de alerta ou risco de surto de dengue, chikungunya e zika, segundo LIRAa realizado pelo Ministério da Saúde. O controle vetorial tradicional, baseado em ações reativas, não era suficiente para acompanhar o avanço do mosquito, e faltavam dados precisos sobre onde o vetor estava mais presente e em quais áreas os vírus da dengue, zika e chikungunya circulavam.
Diante desse cenário, a Secretaria de Saúde do Espírito Santo buscou o apoio da Ecovec, com o objetivo de implantar uma solução inovadora que permitisse monitorar o vetor e detectar precocemente a circulação viral em todo o território estadual. Assim nasceu o primeiro monitoramento em nível estadual conduzido pela Ecovec, abrangendo os 78 municípios capixabas.
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Como o M.I.Aedes já ajudou municípios do Espírito Santo no combate à dengue
Cenário pré-implantação
Antes da chegada do M.I.Aedes, o controle da dengue no Espírito Santo enfrentava dificuldades logísticas e operacionais. A vigilância dependia de visitas domiciliares e de levantamentos entomológicos tradicionais, que demandavam muito tempo e recursos. Além disso, as informações sobre a presença do mosquito e a circulação viral chegavam com atraso, o que dificultava a tomada de decisões rápidas por parte das equipes municipais e estaduais.
Para enfrentar a epidemia que o estado vivia naquele momento, era necessário um sistema que permitisse acompanhar, quase em tempo real, o comportamento do vetor e os riscos de disseminação dos vírus, algo que os métodos convencionais não conseguiam oferecer.
Desafio
Era preciso implantar o monitoramento em todos os 78 municípios do estado, com realidades locais distintas, e fazer isso no menor tempo possível, reduzindo custos e garantindo a qualidade dos dados. A meta era montar uma rede de vigilância integrada, capaz de orientar ações estratégicas e melhorar a capacidade de resposta dos municípios diante da epidemia.
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Solução proposta
A Ecovec estruturou um plano de ação que combinava eficiência logística e inovação tecnológica. As áreas com maior incidência de casos foram identificadas em cada município, e nelas foram instaladas as armadilhas do sistema M.I.Aedes, que permitem detectar a presença do Aedes aegypti e identificar, em laboratório, a circulação dos vírus dengue 1 a 4, zika e chikungunya.
Com isso, passou a ser possível gerar relatórios com atualização contínua, mostrando a situação vetorial de cada município e orientando o direcionamento das equipes de campo. Para otimizar o processo e reduzir custos, a Ecovec criou um centro de análise dentro do próprio estado, garantindo mais agilidade na entrega dos resultados e fortalecendo a integração com as equipes locais de vigilância.
A estratégia foi desenvolvida em estreita parceria com a Secretaria de Estado da Saúde, permitindo que o Espírito Santo se tornasse referência nacional em monitoramento integrado de arboviroses.
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Resultados
Os resultados da implantação foram expressivos. O estado, historicamente afetado por epidemias, passou a contar com dados precisos e atualizados sobre a presença do vetor e dos vírus.
Um dos marcos do projeto foi a identificação do vírus da dengue tipo 2 (DENV-2), após nove anos sem registro em humanos, detectado cinco meses antes do primeiro relato oficial de circulação. Essa detecção precoce possibilitou a adoção de medidas de contenção mais rápidas, evitando que o vírus se espalhasse sem controle.
O sistema contribuiu para fortalecer a vigilância epidemiológica e a capacidade de resposta das equipes municipais. Os anos de 2017 e 2018, em que o M.I.Aedes estava em atividade no estado, foram os únicos da última década sem registro de epidemias, o que evidencia essa tecnologia como um diferencial fundamental no sucesso do combate às arboviroses.
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Conte com a tecnologia M.I.Aedes também no seu município ou região
A Ecovec é uma empresa especializada em soluções de monitoramento para a prevenção de arboviroses, atuando há mais de uma década em parceria com estados e municípios de todo o Brasil. O M.I.Aedes (Monitoramento Integrado do Aedes) é uma ferramenta completa que combina armadilhas inteligentes, análise semanal e relatórios detalhados para orientar as ações de combate à dengue, zika e chikungunya.
Com o M.I.Aedes, os gestores públicos têm acesso a informações precisas sobre a presença do vetor, a circulação dos vírus e as áreas prioritárias de intervenção, o que permite planejar ações de controle mais eficazes e econômicas.
Entre os principais benefícios da solução estão a detecção precoce da circulação viral, a redução de custos operacionais e o fortalecimento da vigilância em saúde.
Descubra como seu município pode usar a tecnologia para aprimorar o combate às arboviroses. Fale com a Ecovec pelo WhatsApp: (31) 99324-1598 ou acesse o fale conosco aqui no site.




